Histórico verificável

Alterações

Este registo começa na primeira edição pública e descreve alterações materiais ao catálogo, à metodologia e às funcionalidades.

Sétima vaga: epigrafia e identidade digital

  • Mais 26 nomes próprios oficiais recebem dossiês com duas fontes diretas, elevando para 415 os verbetes com conteúdo editorial ou estatístico e para 706 as fontes do catálogo.
  • O quinto volume de apelidos acrescenta 20 formas documentadas em passaportes e registos de casamento da Madeira, sem transformar ocorrência em distribuição ou parentesco.
  • Sete estudos analisam oito inscrições consecutivas de Conimbriga, separando letras preservadas, restituições, lacunas, fórmulas e relações inscritas.
  • Seis guias distinguem nome civil, PID, eID, campos de certificados, pseudónimos e validação de assinaturas com fontes oficiais da UE, ETSI e Portugal.

Sexta vaga de dossiês e prova documental

  • Mais 98 nomes próprios oficiais recebem dossiês com duas fontes diretas únicas, elevando para 389 os verbetes com conteúdo editorial ou estatístico e para 654 as fontes do catálogo.
  • O quarto volume de apelidos acrescenta 25 dossiês de formação, profissão, alcunha e proveniência histórica, sem converter ocorrência em distribuição moderna ou parentesco.
  • Oito estudos analisam formas de nomes próprios em dois corpora medievais delimitados, preservando divergências de denominador, normalização editorial e limites populacionais.
  • Seis guias distinguem registo, certidão, documento de identidade, tradução, apostila, transliteração e continuidade documental através de 25 fontes oficiais.

Quinta vaga de fontes e comparação

  • Mais 80 nomes próprios oficiais recebem dossiês com duas fontes diretas, elevando para 291 os verbetes com conteúdo editorial ou estatístico e para 458 as fontes do catálogo.
  • O terceiro volume de apelidos acrescenta 25 dossiês patronímicos, compostos e historicamente datados, mantendo distribuição, heráldica e parentesco fora das afirmações não sustentadas.
  • Sete estudos comparam como batismos, processos e passaportes organizam nomes e relações; títulos de catálogo, transcrições e biografias permanecem camadas distintas.
  • Seis guias comparam questões atuais de registo em cinco jurisdições através de estados diretos, parciais, não comparáveis ou não estabelecidos, sempre com fonte oficial e data qualificadas.

Quarta vaga editorial e jurídica

  • Mais 60 nomes próprios oficiais recebem dossiês com duas referências diretas, elevando para 211 os verbetes com conteúdo editorial ou estatístico verificável.
  • Um segundo volume acrescenta 24 dossiês de apelidos e oito estudos de famílias linguísticas, todos com proveniência por afirmação ou relação.
  • Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Macau ganham guias por fontes oficiais locais; a Guiné Equatorial permanece uma lacuna documentada.
  • Cinco períodos da história jurídica portuguesa distinguem regras vigentes, históricas, transitórias e não estabelecidas, sem reutilizar requisitos revogados como instrução atual.

Investigação onomástica e estudos avançados

  • Dois lotes de 50 e 40 formas portuguesas oficiais recebem dossiês fonteados, elevando para 151 os verbetes com conteúdo editorial ou estatístico verificável.
  • Publicação de 12 famílias linguísticas com proveniência por relação, um glossário de 27 conceitos e seis estudos de caso documentais entre 1214 e 1888.
  • A biblioteca estatística passa a medir retenção, rotatividade, volatilidade, estreias, regressos e diferenças entre segmentos, com paridade JSON/CSV e convenções explícitas para empates e ausências.
  • Os novos contratos impedem relações inferidas por semelhança, distinguem documento, paráfrase e inferência, e preservam os registos fora dos lotes editoriais.

Terceira vaga de conteúdo verificável

  • Publicação de 20 dossiês de apelidos, 12 novos casos documentais, 45 referências onomásticas anotadas e guias de morfologia, percursos administrativos e sistemas lusófonos.
  • O modelo 1.3 passa a representar 31 relações em 24 verbetes, incluindo variantes, formas históricas e cognatos documentados com metadados de evidência.
  • As pesquisas oficiais posteriores a 2023 não encontraram novos anos nos Top 20; a concentração geográfica permanece bloqueada após três auditorias, sem estimativas ou páginas artificiais.
  • A porta de entrega ganha sondas HTTP e seis percursos de navegador antes de Lighthouse e do upload; a ausência de navegador local é registada como teste não executado.

Cinco frentes de aprofundamento editorial

  • Conclusão dos dossiês dos 50 nomes presentes nos Top 20, com novos campos de origem, significado e pronúncia apenas quando existe evidência direta registada.
  • Publicação de centros especializados sobre composição e registo de nomes, linguística onomástica e investigação documental de apelidos.
  • Publicação de uma biblioteca estatística reproduzível com metodologia, guia de leitura, análises de 2017–2023 e janelas parciais das décadas de 2010 e 2020.
  • Os novos artigos incluem fontes, datas, limites de interpretação, dados estruturados e navegação interna; o rastreio final continua a rejeitar páginas indexáveis órfãs e conteúdo principal duplicado.

Guias editoriais e descoberta contextual

  • Publicação de um centro de guias e quatro artigos documentados sobre escolha e composição do nome, leitura dos Top 20, origem e significado, e distinção entre apelidos, patronímicos e alcunhas.
  • Todos os verbetes passam a oferecer navegação alfabética contextual, sem apresentar grafias próximas como variantes; os verbetes estatísticos resumem cobertura, melhor posição calculada e maior contagem publicada.
  • As páginas de categoria quantificam a cobertura do respetivo recorte. Facetas com menos de 10 verbetes e o índice histórico com menos de três entradas mantêm-se navegáveis, mas ficam fora dos sitemaps e da indexação.
  • Contratos editoriais verificam fontes, autoria, datas, dados estruturados, ligações internas e profundidade mínima de manutenção dos guias.

Interface e modelo editorial consolidados

  • Os verbetes omitem secções sem evidência e apresentam apenas o estado factual do catálogo; pesquisa, ferramentas, 404 e navegação têm estados completos e ações verificáveis.
  • Pesquisa submetida e ferramentas familiares ficam fora da medição; valores pessoais não entram no URL, armazenamento ou pedidos da aplicação.
  • Os feeds distinguem contagens publicadas de posições calculadas e preservam atribuição, cobertura e população-base.
  • Publicação de 31 relações em 24 verbetes; variantes, formas históricas e cognatos conservam destino exato e fonte verificada.

Canal de correções clarificado

Remoção do endereço de correio que não tinha entrega verificável no domínio. A política de correções passa a publicar o estado datado do canal e o protocolo de revisão, sem afirmar que recebe mensagens enquanto não houver um meio monitorizado.

Primeira edição pública

  • Publicação do esquema 1.3.0 com 7490 entradas, incluindo 7481 grafias presentes na lista pública do IRN.
  • 415 entradas com afirmações editoriais ou observações estatísticas para além da presença no catálogo.
  • 280 observações dos Top 20 feminino e masculino, cobrindo 2017–2023; os resumos por década são identificados como parciais.
  • Pesquisa tolerante a diacríticos, pontuação e erros conservadores; índices estáticos por tipo, género de uso e origem; comparação de nomes e ferramentas familiares.
  • Publicação dos feeds v1 em JSON e CSV, da metodologia, das métricas de cobertura e das limitações geográficas.

Alterações técnicas sem efeito no conteúdo, no contrato dos dados ou no comportamento público não recebem uma entrada separada.