Mapa textual acessível
A direção da seta reproduz a afirmação editorial guardada no catálogo. A posição e a distância visual não representam proximidade fonética, frequência, cronologia completa nem grau de parentesco.
O núcleo documental da relação
A ficha lexicográfica apresenta Dinis como variante medieval de Dionísio. Por isso, a aresta especifica “Português medieval” e “Idade Média”, em vez de projetar a relação sobre toda a história da língua. O nome Dinis e o destino Dionísio correspondem a entradas exatas do catálogo, o que torna a ligação verificável nos dois extremos.
A fonte acrescenta que Dinis se tornou a forma dominante em Portugal e recorda o uso por D. Dinis. Estas notas ajudam a compreender a continuidade histórica da forma, mas não alteram o tipo da aresta. Um portador célebre documenta um uso; não é, sozinho, a causa linguística da variante.
Porque não aplicamos uma regra de abreviação
O caso poderia sugerir que retirar segmentos de um nome produz automaticamente uma variante. Essa generalização seria indevida. Processos de redução e adaptação dependem de comunidades, épocas e tradições específicas; aqui, a única conclusão publicada é a que a fonte formula para Dinis e Dionísio.
O mapa também não representa duas etapas obrigatórias de um percurso individual. Pessoas chamadas Dinis não são formas abreviadas de pessoas chamadas Dionísio, e documentos modernos podem tratar ambos como nomes autónomos. “Variante medieval” descreve uma relação na história das formas, não uma hierarquia entre os seus portadores.
Exemplos e contextos documentados
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A ficha apresenta D. Dinis como um portador histórico da forma e descreve Dinis como dominante em Portugal.
Contexto de uso e apreciação lexicográfica; não é uma série estatística nem uma explicação causal.
Proveniência: afirmaçãodinis-variante-infopedia· Dinis — Dicionário Infopédia de Nomes Próprios (Antroponímia).
Proveniência por aresta
- Dinis → Dionísio
A fonte declara Dinis como variante medieval de Dionísio.
O que não se pode concluir
A relação existe porque uma fonte onomástica a declara; a aparência das grafias nunca cria nem amplia a família.
- Não se aplica a outros nomes uma regra automática de encurtamento semelhante.
- A predominância em Portugal não é quantificada neste dossiê e não equivale a exclusividade.
- A referência a D. Dinis é contexto de uso, não prova causal da formação linguística.
Os qualificadores pertencem à aresta descrita, não a todos os usos dos nomes. Uma nova relação exige outra declaração explícita, proveniência própria e dois destinos canónicos exatos.