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Linguística dos nomes
Uma grafia parecida é um ponto de partida visual, não uma prova de parentesco. Estes guias explicam quais perguntas fazer e que evidência exigir antes de ligar dois nomes.
Revisto em
Oito percursos distintos
Escolha o percurso certo
Cada guia separa observação, terminologia e conclusão documentada.
Corpus inicial
Atlas de pronúncia documentada
Cinco nomes com separação silábica e sílaba tónica diretamente fonteadas, além dos limites atuais de IPA e variação regional.
Ler o guiaOito estudos de caso
Famílias linguísticas — volume 2
Ana, Beatriz, Constança, Dinis, Guilherme, Lara, Martim e Rafael em mapas com língua, período, afirmação e fonte por relação.
Ler o guiaCorpus documentado
Famílias linguísticas de nomes
Mapas textuais em que cada relação tem tipo, fonte e limite próprios, sem agrupamento por semelhança.
Ler o guiaFonética
Como ler a pronúncia e o IPA
O que uma transcrição fonética representa, onde aparece o acento e por que a pronúncia varia.
Ler o guiaOrtografia
Grafia, som e equivalência digital
Por que letras semelhantes, sons semelhantes e cadeias Unicode equivalentes são problemas diferentes.
Ler o guiaHistória
Variantes, cognatos e nomes parecidos
Um método de evidência para não transformar semelhança visual em parentesco linguístico.
Ler o guiaEscritas
Transliteração, transcrição e romanização
Como os nomes passam entre alfabetos e por que pode existir mais de uma forma latina legítima.
Ler o guiaIdentidade
Homonímia, homofonia e homografia
Como separar coincidência formal, identidade sonora e relação histórica entre nomes.
Ler o guiaPrincípio de segurança
Parecido não significa relacionado
A forma escrita, a pronúncia atual e a história de transmissão são camadas independentes. Uma relação linguística precisa de fonte, percurso histórico e âmbito definidos.
Não produz variantes por distância de edição, não converte transliterações em etimologias e não atribui uma pronúncia única sem identificar língua ou variedade.
Ordem recomendada
Da observação à conclusão
- Registe exatamente as grafias e a escrita original.
- Identifique a língua, a variedade e o período.
- Consulte uma fonte fonética ou lexicográfica adequada.
- Nomeie apenas a relação que a fonte demonstra.
- Conserve dúvidas e alternativas quando a evidência não decide.
Para etimologias já documentadas no projeto, consulte também o guia sobre origem e significado dos nomes.