Mapa textual acessível
A direção da seta reproduz a afirmação editorial guardada no catálogo. A posição e a distância visual não representam proximidade fonética, frequência, cronologia completa nem grau de parentesco.
Uma aresta para a via comprovada
A fonte declara que Guilherme entrou no português através do francês Guillaume. O mapa representa precisamente essa via, com o francês como língua qualificadora e o período medieval como enquadramento. Guillaume não foi escolhido por semelhança: é a forma intermediária nomeada pela ficha onomástica.
O mesmo verbete remete mais atrás para o germânico Willahelm e apresenta uma interpretação dos seus elementos. Essa informação pode integrar uma narrativa etimológica mais longa, mas não gera neste volume uma aresta adicional: Willahelm não é o destino canónico aqui auditado e a tarefa exige que cada nó corresponda a uma entrada exata do catálogo.
Transmissão não é tradução
Dizer que uma forma entrou numa língua por intermédio de outra descreve um percurso histórico; não significa que Guilherme seja uma tradução palavra por palavra de Guillaume. Também não afirma que todas as pessoas com uma dessas formas pertençam à mesma comunidade linguística ou que os nomes tenham hoje o mesmo uso administrativo.
Este caso demonstra por que um mapa responsável pode terminar antes da origem mais remota mencionada pela fonte. A fronteira do corpus depende da evidência estruturada e dos destinos disponíveis, não do desejo de desenhar uma árvore completa. Uma futura aresta exigiria fonte, tipo, língua, período, evidência e entrada canónica próprios.
Exemplos e contextos documentados
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A ficha remete a cadeia etimológica mais remota para o germânico Willahelm.
Contexto etimológico do verbete; Willahelm não é convertido em nó ou aresta deste corpus.
Proveniência: afirmaçãoguilherme-etimologia-infopedia· Guilherme — Dicionário Infopédia de Nomes Próprios (Antroponímia).
Proveniência por aresta
- Guilherme → Guillaume
A fonte declara que Guilherme entrou no português através de Guillaume.
O que não se pode concluir
A relação existe porque uma fonte onomástica a declara; a aparência das grafias nunca cria nem amplia a família.
- Guillaume é apresentado como via francesa, não como tradução moderna de Guilherme.
- Willahelm é contexto do verbete, mas não é criado como nó ou relação deste mapa.
- Outros nomes germânicos ou franceses não entram na família por partilharem segmentos gráficos.
Os qualificadores pertencem à aresta descrita, não a todos os usos dos nomes. Uma nova relação exige outra declaração explícita, proveniência própria e dois destinos canónicos exatos.