01
Anos não integram o nome
an(norum) XXIII, an(norum) L e numerais perdidos qualificam a pessoa homenageada. São essenciais para ler o epitáfio, mas não se tornam componentes da fórmula nominal.
Separar camadas evita extrair uma sequência contínua como se tudo fosse nome. A mesma regra vale para pater, mater, coniux e heres, que descrevem relações ou papéis.
02
Invocação e execução enquadram a identificação
D(is) M(anibus) s(acrum) abre HD009945 e HD009966; f(aciendum) c(uravit) indica a execução. Essas expansões contextualizam o ato funerário e ajudam a localizar as formas pessoais.
Nos fragmentos, a restituição de D(is) M(anibus) recebe interrogação. O género provável não elimina a dúvida concreta sobre as letras que faltam.
03
Elogio não é segundo nome
filiae pientissimae e expressões semelhantes elogiam a falecida. HD009954 marca pientissimae com interrogação; HD009966 assinala uma anomalia na forma com (!).
A proximidade tipográfica pode confundir extração automática. O manifesto mantém o texto completo, mas o estudo não cataloga epítetos funerários como antropónimos.
04
Três idades observadas não criam demografia
Duas idades de vinte e três e uma de cinquenta são leituras dentro de três inscrições; outras idades perderam-se ou não foram publicadas. Não há base para média de longevidade.
A preservação do numeral é seletiva e o corpus não é amostra de mortes. Idade, sexo aparente e forma nominal servem à leitura local, nunca a uma reconstrução populacional.