01
Parênteses não são letras gravadas
Em D(is) M(anibus), an(norum) ou f(aciendum), as letras fora dos parênteses representam o segmento transmitido pela edição e o interior explicita a abreviatura. A forma expandida ajuda a ler a função, mas não reproduz a extensão material.
O mesmo vale para C(aius), L(ucius) e f(iliae). Uma pesquisa que remova a notação pode ser útil para linguagem corrente, desde que nunca passe a chamar integralmente preservada à palavra reconstruída.
02
Colchetes medem intervenção
Em [Ruf]ina, parte do nome é proposta para preencher uma perda. Em [Sulpiciae A]moe[nae Tap]ori, várias partes decisivas atravessam restituições e uma lacuna, elevando a dependência editorial.
Os colchetes não tornam a proposta inválida; tornam a sua natureza legível. Esta coleção exibe a forma editada e descreve separadamente quais segmentos não são simplesmente preservados.
03
Interrogação e sinal de anomalia
A interrogação qualifica leituras como pientissimae(?), Blaesius? ou a terminação do fragmento de Sunua. A dúvida pertence ao dado e não é resolvida por semelhança com outra inscrição.
O (!) de HD009966 informa que a edição chama atenção para uma forma anómala. Não equivale a erro tipográfico que o site possa corrigir silenciosamente nem autoriza substituir a sequência por latim esperado.
04
Uma política de transcrição negativa
A coleção não oferece transcrição diplomática própria, não conta letras na pedra e não expande além da EDH. A caixa de texto é uma reprodução citada da camada editorial publicada.
Quando o texto narrativo usa uma forma corrida, a página volta a declarar se é preservada, expandida ou restituída. Nenhuma pesquisa genealógica ou etimológica deve começar escondendo essa distinção.