01
Cinco pedras, não cinco vidas completas
As formas Allia Avita, Sulpicia Amoena, Avita, Sunua e Valeria Flaccinia podem ser reconhecidas nas edições, mas o estado material varia radicalmente. Só algumas relações e duas idades sobrevivem.
O conjunto não oferece profissão, residência quotidiana, descendência ou trajetória. Uma inscrição funerária preserva um ato comemorativo, não uma biografia proporcional ao número de palavras.
02
O caso latino faz parte da forma publicada
Alliae Avitae e Sulpiciae Amoenae aparecem em dativo na dedicatória; Avitae surge depois de filiae; Valeriae Flacciniae é restituído na construção funerária. A página explica a função sem substituir o texto por nominativos silenciosos.
Uma forma de citação moderna pode ajudar a narrativa, mas não é uma nova transcrição. O manifesto continua a conservar a sequência flexionada e os sinais editoriais.
03
Visibilidade depende de conservação
HD009945 nomeia a falecida, pai e mãe; HD009954 perdeu quem mandou fazer; HD009963 perdeu grande parte da fórmula. Diferenças de detalhe não medem importância social das mulheres.
Também não se calcula uma proporção feminina sobre oito inscrições. O corpus foi escolhido por sequência bibliográfica funerária, mas texto perdido e pessoas múltiplas impedem um denominador demográfico coerente.
04
Classificação histórica com incerteza
Sunua e Camalus podem motivar discussão linguística noutra investigação, mas esta página limita-se ao que a EDH restitui. Não atribui etnia, língua materna ou estatuto jurídico a partir do nome.
Sulpicia, Allia e Valeria também não demonstram cidadania individual sem análise jurídica e contextual própria. Fórmula nominal e identidade social não são equivalentes automáticos.