01
Preservação é segmentar
Uma forma não precisa ser totalmente perdida ou totalmente intacta. Allia Rufina combina Allia preservado com [Ruf]ina parcialmente restituído; Valeria Flaccinia combina duas intervenções de amplitudes diferentes.
O inventário evita um único campo “nome” que apague essas camadas. Regista formas preservadas e segmentos restituídos em listas próprias, sem sugerir que a primeira lista seja uma edição diplomática.
02
Um nome corrente pode continuar incerto
A familiaridade moderna de Avita, Valeria ou Rufina não aumenta a quantidade de pedra legível. Reconhecer uma sequência plausível é parte da edição, não substituto da superfície perdida.
Da mesma forma, um elemento menos familiar como Sunua não é automaticamente erro. A transcrição Sun[ua] é conservada com colchetes e associada ao identificador que permite nova conferência.
03
Fragmentos resistem à completude
HD009951 publica C(aius) Al[lius ---], mas a terminação e o resto da fórmula perderam-se. HD009960 conserva [--- Si]lvani e a idade L, sem base para decidir aqui o nome integral.
Esses fragmentos são resultados, não fichas por terminar. Uma interface responsável permite dizer “não recuperável nesta leitura” em vez de escolher o nome mais provável numa lista.
04
Contar requer uma unidade declarada
Esta página conta registos, segmentos e estados editoriais; não calcula frequência de nomes. Allia numa filha e numa mãe pode ser relevante para a fórmula explícita, mas não é agregada a um ranking.
Uma análise lexical posterior teria de definir lemas, casos latinos, restituições admitidas e pessoas repetidas. Como essas decisões não pertencem a este corpus, a coleção não publica prevalências.