01
Raro no corpus é uma relação com o denominador
Uma ocorrência única significa uma célula de valor um na tabela delimitada. Não significa nome único na região nem forma desconhecida noutros documentos.
A raridade muda com inclusão, normalização e dimensão do corpus. O mesmo nome pode ser singleton numa inquirição e frequente num arquivo paroquial que a tabela não cobre.
02
Os singletons alentejanos
A lista masculina publica diversas categorias unitárias, entre elas Adão, Aires, Aparício, Bento, Bernardo, Diego, Estácio, Francisco, Garcia, Gião, Moninho, Nuno, Sentil, Simão e Vivião. A lista feminina tem Branca, Constança, Estevaínha e Janeira.
Estas formas são reproduzidas conforme a tabela do artigo. Sem voltar à edição da inquirição, não se avaliam abreviaturas, leituras alternativas ou normalizações subjacentes.
03
Os singletons portuenses já estão modernizados
O anexo do Porto inclui categorias unitárias como Bento, Teresa, Egas, Afonsinho, Gracido, Fagundo, Gregório, Luzia, Cristóvão, Marcos, Digaminhos, Jani, Pedrinhos, Florença, Jacob e outras.
A lista pode estudar a cauda estatística, mas não grafias raras: a política global modernizou nomes próprios. Uma categoria invulgar ainda requer conferência do fólio citado.
04
De ocorrência a investigação
O caminho seguinte é localizar cada entrada na fonte primária, confirmar leitura e função, procurar repetição noutros documentos do mesmo fundo e só depois ampliar a comparação.
A coleção não usa uma ocorrência isolada para escrever etimologia, identificar descendentes ou reivindicar exclusividade local. Essas perguntas precisam de fontes próprias.